REMOTAMENTE

É preciso ir longe para chegar perto.
Praticar o desprendimento e o pertencimento.
Chegar sem pressa de partir.
Mimetizar-se.
Sagrado, profano, irreverente, remotamente...
Eduardo Colesi é um eterno viajante, desde sua primeira grande jornada e sua câmera de estreia, há 20 anos.
Ele não coleciona números, mas culturas e histórias, raízes e razões.
Retratos cuidadosamente arquitetados durante horas sem fim.
Ou acasos de segundos, em cenas que nunca mais se repetirão.
Na volatidade da vida, o valor do tempo menos cronológico e mais inspiracional.
Porque remotos são nossos desejos mais profundos...